quinta-feira, 24 de novembro de 2016

CIÊNCIAS SEM FRONTEIRAS-Estudo de Caso

            O Estudo de Caso desta quinzena diz respeito ao programa de promoção e expansão bem como da internacionalização da ciência e da tecnologia brasileira por meio de intercâmbio internacional denominado Ciências sem Fronteiras acolhido pela Universidade Federal de Viçosa, no Campus de Rio Paranaíba desde 2012. Este previu atender 101 mil bolsas no tempo de 4 anos possibilitando a presença do estudante no exterior com o objetivo de conforme CARVALHO et al “promover de maneira acelerada, o desenvolvimento tecnológico e estimular os processos de inovação no Brasil, bem como inserir pesquisas feitas nas instituições brasileiras no cenários internacional”.  No campo específico do CsF  tem como por exemplo o objetivo de oportunizar a complementação da formação de estudantes, dando lhes oportunidade de vivenciar experiências enriquecedoras no exterior.
          Este constitui um Caso de Gestão pois traz um padrão de construção semelhante a todos os outros discutidos ao longo dos fóruns desta disciplina. O problema central nos apresenta de forma bastante clara que é pequeno número de alunos da Federal de Viçosa do Campus Rio Paranaíba que são contemplados pelo Ciência sem Fronteiras. O programa acolhido na Federal de Viçosa que é a segunda que mais envia estudantes para o exterior e no entanto possibilita a apenas 3% dos seus participantes a inserção no programa. São várias pessoas envolvidas com este problema das mais diversas formas sejam como público alvo, seja como implementadores da política e articuladores  das mais diversas instâncias  mais e menos comprometidos com as diretrizes e encaminhamentos que terminam por criar entraves e pontencializar  ou atenuar mais ainda a questão.
O primeiro entrave, torna se uma das evidências deste caso e constitui um dos alimentadores do mesmo quando já por uma portaria regulamentadora do mesmo se exclui uma massa de estudantes porque estão estes inseridos na área de Ciências Humanas e Sociais, como se tecnologia fosse um campo de conhecimento que não guardasse relação com a área das ciências da sociedade e do ser humano, conforme citado por  KEYLA MARY GOULART - quinta, 24 Nov 2016, 12:11 “o primeiro entrave está na definição, através de portaria interministerial, das áreas de ciências exatas, tecnológicas e naturais como prioritárias no atendimento do programa, na qual excluiu-se a possibilidade de participação de alunos das ciências humanas e sociais, que constituem, no caso da UFV-CRP, considerável parcela dos estudantes matriculados;”

CARVALHO, Claudiane Silva. GUEDES, Wallace Andrioli. BARONE, Paulo Monteiro Vieira Braga. O Programa Ciência sem Fronteiras na Universidade Federal de Viçosa – Campus Rio Paranaíba: êxitos e desafios. Sem data.

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